“Acaso entraste nos tesouros da neve, e viste os tesouros da saraiva” – Jó 38:22
O Natal, em virtude da influência dos países frios, está indiretamente associado à neve. Cartões, árvores, reportagens, filmes, invariavelmente a mostram associada à data.
Matéria publicada no site www.hypescience.com traz uma informação que talvez poucos conheçam, mas que impressiona. Veja abaixo:
“Que a neve é um fenômeno muito bonito ninguém duvida – mas cada partícula que constitui a neve é um espetáculo à parte [A imagem acima foi feita no microscópio]. A simetria dos flocos de neve encanta pesquisadores desde a antiguidade, quando chineses notaram que seus lados eram perfeitamente iguais. Até mesmo famosos cientistas como Johannes Kepler, Descartes e Robert Hooke ficaram impressionados.
Um agricultor americano chamado Wilson Bentley fotografou milhares de flocos em toda a sua vida para tentar provar que eles eram completamente diferentes um dos outros. Atualmente, sabe-se que os flocos de neve são distintos porque seu formato depende da temperatura e da pressão das nuvens. Como eles nunca se formam exatamente no mesmo lugar e caem em momentos diferentes, o histórico deles não é o mesmo, logo sua forma sempre varia. Até hoje não foram encontrados dois flocos de neve exatamente iguais”.
Essa descoberta nos faz meditar sobre a tentativa de excluir Jesus do Natal e, por conseqüência, o Deus criador. Por mais que o homem tente apagar as marcas de Deus da história e fugir da sua presença, registros como esse não deixam dúvidas de que há um ser inteligente que cria e controla todas as coisas, quer sejam vivas, quer sejam inanimadas.
Não há dois seres humanos absolutamente iguais sobre a terra, não há duas impressões digitais que coincidam, não há dois DNAs iguais, não há dois flocos de neve exatamente iguais e não há outro homem semelhante a Jesus: verdadeiro Deus e verdadeiro homem, que abriu mão da sua glória e, depois de morrer pelos nossos pecados, ressuscitou ao terceiro dia.
Se a mídia esconde Jesus no Natal e o substitui por uma lenda de barbas brancas, a neve simples, monótona e aparentemente igual em todos os cantos do mundo fala mais alto e num aparente capricho da natureza nos manda um recado que não pode ser ignorado: Não há acaso que subsista a tanto planejamento, perfeito e inexplicável.
É possível ao homem deixar Deus fora do Natal, mas é impossível impedir que Ele continue falando das formas mais extraordinárias e inesperadas.
Oswaldo Chirov